terça-feira, 27 de maio de 2014

José Nunes da Fonseca no Projeto Memória AIC

Fotos: Wesley Machado
A conversa foi mediada pelo jornalista Álvaro Marcos

A gravação irá para o acervo da AIC

O evento fez parte da programação da 24ª Semana da Imprensa

Uma aula sobre crônica esportiva. Assim foi a gravação do Projeto Memória AIC, realizada ontem (segunda-feira, 26) com José Nunes da Fonseca, de 82 anos, na Sala 202 do Campus II (Filosofia) do Centro Universitário Fluminense (Uniflu).

O jornalista e radialista falou sobre futebol, mundial, brasileiro e campista, mas não só sobre “a coisa mais importante das menos importantes”. José Nunes revelou que foi um dos primeiros no país a noticiar a morte do ex-presidente norte-americano John F. Kennedy em 1963.

O bate papo se tornou uma palestra, devido à autoridade com que falava José Nunes, fazendo com que todos ficassem atentos às suas palavras. No ápice do encontro, José Nunes, que era conhecido como “O Catedrático” falou que o Brasil tinha de acabar, no que foi muito aplaudido pela plateia, composta, em sua maioria por estudantes do curso de jornalismo do Uniflu.

O professor Orávio de Campos Soares afirmou que José Nunes entende tanto de futebol, inclusive de tática, que quando ele, José Nunes, era comentarista, os técnicos ficavam ouvindo-o no intervalo para que pudessem fazer as devidas alterações na equipe apontadas pelo Catedrático.

José Nunes da Fonseca foi funcionário fundador das rádios Afonsiana e Jornal Fluminense. Trabalhou por 43 anos na Campos Difusora. Também atuou na imprensa escrita no início de carreira, na Folha do Povo e no Monitor Campista. Ele aposentou-se em 2002.

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