sexta-feira, 26 de abril de 2013

‘Rede de intrigas’ no Cine Jornalismo


Neste sábado (dia 27), acontece mais uma edição do Cine Jornalismo AIC, a partir das 16h, com o filme "Rede de Intrigas" (EUA – 1976). O evento é promovido pela Associação de Imprensa Campista há cinco anos, em sua sede e com entrada franca. Após o filme, o público vai bater um papo com a publicitária e jornalista Cláudia Eleonora – editora-chefe da edição do RJ Record (TV Record Campos) e redatora do jornal online Terceira Via. A AIC fica na rua Tenente Coronel Cardoso, 460, ao lado da Oi/Telemar.

Sinopse – “Rede de intrigas” gira em torno do âncora, Howard Beale (Peter Finch). Ele recebe a notícia de que está demitido em razão dos seus baixos índices de audiência. Um dia, com o programa no ar, comunica a sua saída da emissora e avisa que se matará ao vivo na próxima semana. Howard é afastado, mas diante dos apelos do público, a emissora volta atrás. O jornalista passa a encarnar o profeta louco e seu comportamento insano tem recepção altamente positiva. As pessoas responsáveis pela sua ascensão, no entanto, agora precisam encontrar uma forma de detê-lo.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Clipping: Caso Gonzaga no Portal Imprensa

Veículo: Portal Imprensa
Data: 19/04/2013
Link para publicação original:
http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/58157/reporter+de+afiliada+da+globo+e+demitido+apos+materia+negativa+sobre+prefeitura+do+rj



Repórter de afiliada da Globo é demitido após matéria negativa sobre prefeitura do RJ


Redação Portal IMPRENSA | 19/04/2013 13:00

O jornalista Luiz Gonzaga Neto, da Inter TV, afiliada da Rede Globo, em Campos dos Goytacazes (RJ), foi demitido após reportagem que mostrou o fato de a prefeitura adquirir de uma empresa privada por licitação materiais didáticos que são oferecidos pelo Ministério da Educação (MEC).

Até terça-feira (16/4), Neto respondia pela edição e apresentação da edição noturna jornal local e trabalhava há quatro anos na empresa. De acordo com o portal Momento Verdadeiro, "há consistentes evidências de que a demissão foi motivada pela veiculação de matéria". A Associação de Imprensa Campista (AIC) repudiou com veemência a demissão do profissional.

Segundo a entidade, antes mesmo de a matéria ter ido para o ar, na segunda (15/4), houve reunião entre representantes da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Campos e a direção da Inter TV, onde a pauta foi discutida, sem a presença do jornalista. No dia seguinte houve outra reunião.

Na edição de terça (16/4), uma nota de resposta feita pela Secom foi lida pelo apresentador. Em seguida, ele fez o comentário editorial informando que o material escolar era fornecido pelo MEC, mas a prefeitura havia escolhido fornecer outro de melhor qualidade aos alunos da rede pública. Na quarta (17/4), o jornalista foi demitido sem nenhuma justificativa formal por parte da empresa. Os VTs com a matéria e a nota de resposta da prefeitura não estão mais disponíveis no portal G1.

A AIC vai enviar ofícios para a direção da Inter TV e para a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Campos dos Goytacazes para cobrar explicações sobre a demissão. A entidade manifestou solidariedade ao jornalista e se colocou à disposição para debater e acompanhar o caso.

IMPRENSA ainda não conseguiu contato com a Inter TV até o momento.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

AIC repudia demissão de jornalista da Inter TV

A Associação de Imprensa Campista repudia com veemência a demissão do jornalista Luiz Gonzaga Neto, que até a última terça-feira (16/04/13) respondia pela edição e apresentação da edição noturna do jornal local da Inter TV e trabalhava há quatro anos na empresa.

Há consistentes evidências de que a demissão foi motivada pela veiculação de matéria que mostrou o fato de a Prefeitura de Campos dos Goytacazes adquirir de uma empresa privada, por meio de licitação, materiais didáticos que são oferecidos pelo Ministério da Educação (MEC).

Antes mesmo de a matéria ter ido para o ar, na noite da segunda-feira (15/04/13), houve reunião entre representantes da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Campos e a direção da Inter TV, onde a pauta foi discutida, sem a presença do jornalista.

No dia seguinte à exibição, na terça-feira (16/04/13), outra reunião entre a direção da TV e a Secom de Campos foi realizada, também sem a presença do jornalista. Na edição da noite da própria terça-feira, uma longa nota de resposta feita pela Secom foi lida pelo apresentador, que, em seguida, fez o comentário editorial de que, em resumo, o material escolar era fornecido pelo MEC, mas a Prefeitura de Campos havia escolhido fornecer outro de melhor qualidade aos alunos da rede pública.

Na quarta-feira (17/04/13), o jornalista foi demitido, sem nenhuma justificativa formal por parte da empresa.

A Associação de Imprensa Campista vai enviar ofícios para a direção da Inter TV e para a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Campos dos Goytacazes para cobrar explicações sobre a demissão.

Na tarde de hoje, os VTs com a matéria e a nota de resposta da Prefeitura de Campos não estavam mais disponíveis no Portal G1.

A AIC entende que veículos de comunicação que prezam pela prática de um jornalismo de qualidade não podem se dobrar diante de pressões de fontes que são alvos de denúncias, muito especialmente quando estas fontes são do poder público. O papel de cobrar, e até mesmo a liberdade de opinar, são garantias constitucionais inegociáveis.

A entidade manifesta ainda toda a sua solidariedade ao jornalista Luiz de Gonzaga Neto e se coloca à disposição da categoria e da sociedade para prosseguir no debate e no acompanhamento deste caso.

Campos dos Goytacazes, 18 de Abril de 2013

Diretoria da AIC

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Clipping: Matéria do site do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio

Empresários, de novo, querem derrubar a história


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jcomm2 É um enredo dramático que, infelizmente, já foi presenciado antes: o jornal demite profissionais, descontinua cadernos, vende sua sede, sucateia a redação… Este roteiro, que parece ser também um manual de gananciosos empresários de comunicação, acontece atualmente com o histórico Jornal do Commercio, publicação carioca de 185 anos.
Em fevereiro, a direção da empresa deu fim ao Caderno de Cultura – o que motivou uma petição online que já tem mais de 400 assinaturas. Enquanto isso, entre 2012 e 2013, pelo menos sete demissões – algumas de profissionais experientes – deixaram a redação “abaixo do abaixo do mínimo” para funcionar, conta um jornalista do periódico criado pelo francês Pierre Plancher em 1827. “Parece que são 185 anos de história jogados pelo ralo”, lamenta.
Na virada do ano, Aziz Ahmed, jornalista que estava há mais de três décadas no Jornal do Commercio – sendo 15 anos como diretor de redação –, foi demitido. Com a dispensa de um profissional prestigiado, a direção da empresa colheu cancelamentos de assinaturas e até mesmo de anúncios.
Empregados que permanecem na empresa observam com temor o futuro do jornal. A administração de Maurício Dinepi, iniciada em 2003, já resultou em, lembra um jornalista, três levas de demissões de profissionais da redação. É a receita para a desconstrução de qualquer periódico.
O próprio Dinepi, na função de presidente do Condomínio Empresarial Diários Associados no Rio, tratou de maneira pouco amistosa uma comissão de defesa do Monitor Campista, outro centenário jornal que pertenceu a Assis Chateaubriand, na cidade de Campos dos Goytacazes. O veículo encerrou sua circulação em novembro de 2009.
“Dinepi até chegou a receber uma comissão nossa. Mas ele estabeleceu prazo curtíssimo para levantarmos dinheiro e comprarmos a marca do Monitor Campista”, lembra Vitor Menezes, atual presidente da Associação de Imprensa Campista. À época, os empregados – que receberam as indenizações trabalhistas corretamente, segundo o jornalista – ficaram sabendo da confirmação do fim da publicação um dia antes de ela acontecer.
“Para nós, Marcelo Dinepi é um cidadão de triste memória, que está vinculado a uma página muito ruim da história do jornalismo local (de Campos) por ter encerrado, de modo abrupto e injustificável, o Monitor Campista, que quando deixou de circular era a terceira publicação mais antiga do País”, lamenta Menezes.
O próximo passo no roteiro de crise de publicações, como o próprio Jornal do Brasil e O Dia entre outros, é mudar o endereço da redação. O Jornal do Commercio, juntamente com a rádio Tupi e Nativa, vai deixar ainda este ano o imponente prédio da Rua do Livramento, projetado por Oscar Niemeyer, e instalar seus computadores num espaço em São Cristóvão. Os Diários Associados, que congrega esses veículos de comunicação, vendeu o imóvel da Livramento e tem até setembro para entregá-lo.
Diante dessas movimentações, um empregado do Jornal do Commercio sacramenta: “Ele caminha para fechar.”
Ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio, a empresa disse que não haverá mais demissões na redação. O departamento Financeiro e Administrativo do jornal também afasta a hipótese de dar fim à publicação.
Na velha desculpa que costuma frequentar o vocabulário de empresários, as demissões acabaram sendo uma consequência de “reestruturação” e “adequação” à nova realidade dos jornais impressos, diz a direção da empresa.
Sobre os velhos tempos: em 1977, para comemorar os 150 anos do Jornal Commercio, o compositor Reginaldo Bessa criou um dos jingles marcantes da histórica da comunicação carioca – principalmente para os jornalistas que viveram aquele período. Escute aqui.

Clipping: AIC participa do debate sobre Lei Orgânica do Município

Da Assessoria da Câmara de Vereadores de Campos dos Goytacazes
4 DE ABRIL / 16H E 57M

Lei Orgânica: trabalhos são prorrogados por mais 90 dias

O presidente da Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes, vereador Edson Batista, decidiu prorrogar por mais 90 dias as atividades do Grupo Executivo que trabalha na elaboração da nova Lei Orgânica Municipal. Na primeira audiência pública, realizada nesta quinta-feira (04), no plenário do Legislativo, foram encaminhadas 62 propostas verbais, além de mais de 40 sugestões enviadas por escrito, e que serão apreciadas pelos vereadores e a assessoria jurídica do grupo de trabalho.
“A prorrogação se faz necessária para que seja ampliada a participação da sociedade a fim de que a nova Lei Orgânica tenha um perfil mais democrático possível, com a devida transparência, e possa contemplar todos que queiram apresentar sugestões ou fazer a defesa de suas propostas”, disse Edson Batista.
Cerca de 20 representantes de órgãos e entidades da sociedade civil apresentaram suas sugestões, com propostas para diferentes áreas. Uma nova audiência pública está prevista para dentro de aproximadamente 60 dias, quando os mesmos representantes e outros poderão enviar novas sugestões para a revisão da lei e a inserção de novos dispositivos e artigos em seu texto.
“Serão realizadas tantas audiências públicas quanto forem necessárias, a fim de que tenhamos uma Lei Orgânica Municipal democrática, transparente e que contemple as exigências da sociedade”, disse Jorge Rangel, presidente do Grupo Executivo.
Rangel cobrou dos estudantes universitários uma maior participação. “Que os jovens possam cobrar dos vereadores, mas que venham também participar e contribuir para esta Lei Orgânica, com suas propostas e sugestões”, convidou.
Todos os vereadores têm participado das cinco comissões de trabalho que coletam as sugestões e as encaminham ao Grupo Executivo, a quem compete avaliar as propostas e encaminhá-las para a sustentação jurídica do corpo de advogados indicados pela subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de um professor de gramática. Oito reuniões de trabalho já foram realizadas pelas comissões.
Edson Batista abriu os trabalhos e em seguida passou a condução da audiência pública e a coordenação dos trabalhos ao Grupo Executivo, tendo à frente Jorge Rangel e Mauro Silva (presidente da Comissão de Participação Legislativa da Câmara).
Além de Jorge Rangel e Mauro Silva, o Grupo Executivo para a elaboração da nova Lei Orgânica do Município é formado pelos vereadores Paulo Hirano (líder do governo), Kelinho e Albertinho.

PRINCIPAIS PROPOSTAS POR SETORES

Serviço Público

Carlos de Queiroz Morales Bentancôr, subsecretário de Serviços Públicos. Foto: Thiago Freitas / Ascom

O subsecretário municipal de Serviços Públicos, Carlos Queiroz Morales Bentancôr, contribui com sugestões acerca da destinação dos resíduos sólidos, lembrando o valor ganho pelo lixo no cenário atual, em acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. O subsecretário lembrou que a responsabilidade sobre o lixo é tanto da sociedade quanto do poder público e frisou que “cidade limpa é a que menos de suja”.

Educação

Ana Paula Bessa, da Secretaria de Educação
Representando a Secretaria Municipal de Educação, as educadoras Ana Paula Bessa Barbosa, Rita de Cássia Chardelli e Beatriz Cruz Siqueira defenderam a criação de novas políticas educacionais, a exemplo de programas que já são realizados pela secretaria, como o Programa de Correção de Fluxo Escolar e formação de profissionais para uma nova modalidade de ensino, o de Educação Especial.

Saúde

Vânia Cristina Coutinho, vice-presidente da Associação dos Ostomizados de Campos
Vânia Cristina Coutinho, vice-presidente da Associação dos Ostomizados de Campos

Vice-presidente da Associação dos Ostomizados de Campos dos Goytacazes, Vânia Cristina Coutinho de Souza Azeredo frisou a importância do município e também de outras esferas governamentais promoverem campanhas de prevenção contra outros tipos de câncer, visto que são mais comuns, na mídia, campanhas que visam alertar sobre os cânceres de mama, próstata e colo do útero.
“Acho importante que o governo ajude a levar informação à população sobre os cuidados para se diagnosticar mais cedo outros tipos de câncer, como o do intestino, que pode ser verificado a partir de um exame de sangue oculto nas fezes. Talvez, se eu tivesse feito este exame e descoberto meu câncer num estágio inicial, hoje eu não teria de usar a bolsa coletora”, disse Vânia.
Outro que pontuou medidas para a saúde foi o presidente da Associação dos Servidores do Hospital Ferreira Machado, Durval Almeida. “Considero de extrema importância que sejam valorizados os profissionais que labutam naquela unidade, quer atende a toda região norte fluminense. O governo poderia proporcionar a estes profissionais um fundo de capacitação, para que eles possam se aperfeiçoar e oferecer, na mesma medida, um melhor atendimento àqueles que dependem deste importante hospital”, sugeriu.
Portador de vitiligo, o vereador Nildo Cardoso usou a tribuna para defender maior sensibilidade do poder público para o caso de mais de 2 mil pessoas do município que sofrem da patologia, que se manifesta, em muitos casos, decorrente de estresses emocionais.
“Eu peço que tenhamos mais atenção com essas pessoas, que sofrem de complexo, por vergonha do que eu nem chamaria de doença, e muitas vezes necessitam, além do tratamento, de um auxílio psicológico”, defendeu o vereador.

Comunicação e cultura

Vitor Menezes, presidente da AIC
Vitor Menezes, presidente da AIC

O jornalista e presidente da Associação de Imprensa Campista, Vitor Menezes, em sua fala, sugeriu que o governo invista em um programa de acesso gratuito à internet de alta velocidade, tornando ainda maior o número de pessoas inseridas no mundo digital, a fim de que elas possam ter acesso a mais informação. Vitor também propôs que a nova Lei Orgânica tenha prevista em seu texto a criação de um Conselho Municipal de Comunicação e que o governo disponibilize nos sites de seus órgãos todas as informações de gastos do município.
“Não é uma crítica ao atual governo, nem ao anterior, nem o anterior ao anterior. Trata-se de pensar a cidade para o futuro, de pensar que cidade vamos deixar para as próximas gerações. Assim, o cidadão exercerá o direito que tem de saber quanto custa cada lápis comprado para as escolas”, ressaltou.
Vitor levantou também propostas para o setor da cultura, destacando principalmente a preservação dos patrimônios históricos da cidade.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Clipping: AIC apresenta propostas em audiência sobre Lei Orgânica Municipal

Do Jornal Online Terceira Via
Link do local original de punlicação: http://www.jornalterceiravia.com.br/noticias/politica/18558/nova_lei_organica_municipal_comeca_a_ser_discutida


Data: 04/04/2013 - 12:15:54
Nova Lei Orgânica Municipal começa a ser discutida
As sugestões começaram a ser apresentadas na primeira audiência pública, nesta quinta-feira

A primeira Audiência Pública para as alterações na nova Lei Orgânica de Campos aconteceu na manhã desta quinta-feira (4 de abril). Apesar de haver mais de 20 inscritos para apresentar propostas, entre eles representantes de entidades, pessoas físicas e autoridades, menos da metade compareceu à sessão.

Representando a Associação de Imprensa Campista (AIC), o presidente da instituição, Vitor Menezes, apresentou propostas de alterações nas áreas de comunicação e de cultura. Estavam inclusos na proposta  projetos de acesso gratuito a internet para toda a população, a criação de um Conselho Municipal de Comunicação, além de ações voltadas para os patrimônios históricos e culturais da cidade.

“Sabemos que é perfeitamente possível estabelecer melhorias para as áreas da comunicação e cultura na cidade. Entendemos que a internet é um importante meio de acesso à informação, cultura e entretenimento. Portanto, com a internet rápida e gratuita disponível, as gerações futuras terão a oportunidade de se informar, inclusive no que tange à transparência das contas públicas”, sugeriu Vitor.

O subsecretário municipal de serviços públicos, Carlos Morales, apresentou propostas que visam ao investimento na reciclagem dos mais variados tipos de lixo. “O Brasil produz cerca de 240 mil toneladas de lixo por dia. É necessário que comecemos a pensar, desde já, no fim que o nosso lixo está levando. Atualmente, o lixo não pode ser chamado de lixo, mas de riqueza. Além de preservar o meio ambiente, o processo de reciclagem também gera riquezas”, afirmou Morales, entregando as sugestões previstas para a área ao presidente da Câmara, Jorge Rangel.

A atual Lei Orgânica existe há mais de 20 anos.
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