quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Nota da FENAJ sobre assassinato de radialista em São João da Barra


A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) lamenta o assassinato de mais um profissional da comunicação, o radialista Renato Machado, sócio da Rádio Barra FM, do município de São João da Barra (RJ). De acordo com informações veiculadas pela imprensa, o profissional foi atingido por vários tiros, na porta da emissora, na noite desta terça-feira (08/01/13).

A FENAJ solidariza-se com os familiares, amigos e colegas de trabalho do radialista, ao mesmo tempo em que se soma às entidades que já manifestaram pedindo a apuração rigorosa do caso, com a identificação e punição dos culpados.

A FENAJ lembra que, em 2012, onze profissionais da comunicação foram assassinados, dos quais quatro eram jornalistas e sete eram radialistas ou donos de pequenos veículos de comunicação.

Os assassinatos de jornalistas e outros profissionais da comunicação, além de atentado à vida, são também crimes contra a liberdade de expressão e o direito à informação. São, portanto, crimes que não podem ficar impunes, sob pena de prejuízos à democracia e ao pleno exercício da cidadania do povo brasileiro.

Brasília, 09 de janeiro de 2013.
Diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas.

Nota da AIC sobre assassinato de radialista em São João da Barra


A Associação de Imprensa Campista lamenta e registra com pesar a morte do radialista Renato Machado, da rádio Barra FM, do município de São João da Barra (RJ). De acordo com informações veiculadas pela imprensa, o profissional foi atingido por vários tiros, na porta da emissora, na noite na terça-feira (08/01/13).

A AIC cobra das autoridades policiais locais e da Secretaria Estadual de Segurança Pública a investigação rigorosa do caso e manifesta as suas condolências aos familiares, amigos e colegas de trabalho do radialista.

Além da perda de uma vida, o crime representa um atentado à livre manifestação de opiniões de um comunicador no exercício da sua profissão, o que atenta contra toda a sociedade em seu direito de manter-se informada e de ter canais seguros onde também possa informar e opinar livremente.

Este caso necessita de apuração e punição exemplares, para que não se consolide este tipo de prática nefasta na região.

Campos dos Goytacazes, 09 de Janeiro de 2013
Diretoria da Associação de Imprensa Campista
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