quinta-feira, 26 de junho de 2014

Balada Curta amanhã pelos 85 anos da AIC

A Associação de Imprensa Campista (AIC) vai comemorar os seus 85 anos nesta sexta-feira (27), às 20h, com mais uma edição do Balada Curta – encontro que vai reunir música, literatura, artes visuais e vídeos. “Teremos, ainda, uma edição da Noite do Vinil, com a participação de colecionadores locais”, antecipa o diretor de Cultura da AIC, Wellington Cordeiro.

E não para aí não. A interação ficará por conta do microfone aberto, ou seja, cada participante poderá se expressar como desejar. “No local, terá também o “Pendura no Varal” onde cada um poderá mostrar sua intervenção artística, seja desenho, foto ou texto”, conta Wellington, lembrando que a parte mais “descontraída” do evento ficará por conta do Bar da Imprensa.

Parte do Memorial do Monitor Campista estará exposto ao público e deverá permanecer mesmo após o evento, já que a AIC tem a guarda do material gráfico da exposição. Para o presidente da Associação, Vitor Menezes, a comemoração dos 85 anos está acontecendo em um momento especial. "Apesar das nossas limitações, temos conseguido ter uma boa presença no debate público sobre temas ligados à cultura e ao jornalismo", comentou.
 
Outro momento importante foi a presença da AIC, pela primeira vez com um estande na Bienal do Livro, no mês passado. "Publicamos um jornal especial comemorativo, anunciamos a realização do Festival Doces Palavras para 2015, realizamos a Semana da Imprensa também com parte da programação na Bienal, tudo isso por meio de uma relação institucional respeitosa com entidades irmãs como a Academia Campista de Letras e o Curso de Jornalismo do Uniflu, e com o governo municipal", destacou Vitor.

História - A AIC foi fundada no dia 17 de junho de 1929 por jornalistas e intelectuais. O presidente era Sylvio Pélico Fontoura e, o vice, Alcindor de Moraes Bessa. A entidade funcionou por muitos anos em salas cedidas por outras entidades de classe. A sede atual foi construída em terreno doado pela prefeitura, em 1931, por meio do decreto número 88, do prefeito Oswaldo Luiz Cardoso de Melo. A construção do prédio foi iniciada na administração de Otacílio Ramalho e concluída pelo presidente Alcides Carlos Maciel, em 1944. A Associação sempre prestou relevantes serviços à sociedade, constituindo-se em tribuna democrática, como ocorreu na ditadura, quando Luiz Carlos Prestes discursou em favor das liberdades democráticas.

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