terça-feira, 3 de junho de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
Câimbras e Frangaços
O banheiro não tinha água. O campo não tinha luz. A pelada estava atrasada. Alguns pensavam em desistir. Mas eu insisti. Vai ter jogo! Vesti o uniforme. Camisa, short e até cueca da Adidas. Falsificados, claro. Esqueci um meião. O tênis emprestado pelo artilheiro Check. Será que vai dar sorte?
Antes da partida, Wellington e Romualdo tomam um cerveja. Uma não, umas. Rodrigo Florêncio fuma um cigarro. Ricardo Avelino, Bruno Botafoguense, filho da sambista Lene Moraes e eu usamos óculos – Leandro Nunes usa lente.
É a primeira vez que vou jogar de óculos. A luz é pouca e minha miopia pede um foco. Os refletores do lado direito, que estavam apagados, se acendem assim que entramos em campo – o gramado é sintético, mas prefiro o termo campo, mais propício ao futebol, do que quadra.
Vai começar o espetáculo! Gordinhos, altões, barbudinhos, quatro olhos, jovens e coroas desfilam suas categorias. Um domínio de bola perfeito. Um chute no ângulo. E até uma bicicleta! Também têm furadas incríveis! Mão na bola! Goleiro levando gol por debaixo das pernas.
Esta é a Tradicional Pelada Anual da Imprensa, que pelo quinto ano consecutivo foi realizada no Clube Folha Seca (Uma homenagem ao campista bicampeão mundial, Didi), como parte da programação – e um dos pontos altos – da Semana da Imprensa da Associação de Imprensa Campista.
Depois de duas partidas, uma vitória para cada lado, a resenha no bar, a melhor parte da festa. Risos, gargalhadas com as histórias do folclórico Check, jogador de futebol amador, de 58 anos de idade, que contabiliza mais de 3 mil gols na carreira.
Só nesta pelada de sexta à noite foram nove. E olha que ele ainda perdeu um pênalti, fora outros gols feitos. Mas se Check não é um craque, é incontestável que ele é goleador. Sabe se posicionar bem e está sempre no lugar certo na hora certa.
Como não podia ser diferente, o último gol, o da vitória do time de preto, que encerrou a pelada foi dele, em passe deste que vos escreve. Check saiu satisfeito. E pronto para mais uma.
Eu, que estou muito tempo sem jogar, já tomei um relaxante muscular, que é prá quando depois de 48 horas a dor aparecer, eu não sentir tanto.
Entre bolas cheias e bolas murchas, salvaram-se todos!
Antes da partida, Wellington e Romualdo tomam um cerveja. Uma não, umas. Rodrigo Florêncio fuma um cigarro. Ricardo Avelino, Bruno Botafoguense, filho da sambista Lene Moraes e eu usamos óculos – Leandro Nunes usa lente.
É a primeira vez que vou jogar de óculos. A luz é pouca e minha miopia pede um foco. Os refletores do lado direito, que estavam apagados, se acendem assim que entramos em campo – o gramado é sintético, mas prefiro o termo campo, mais propício ao futebol, do que quadra.
Vai começar o espetáculo! Gordinhos, altões, barbudinhos, quatro olhos, jovens e coroas desfilam suas categorias. Um domínio de bola perfeito. Um chute no ângulo. E até uma bicicleta! Também têm furadas incríveis! Mão na bola! Goleiro levando gol por debaixo das pernas.
Esta é a Tradicional Pelada Anual da Imprensa, que pelo quinto ano consecutivo foi realizada no Clube Folha Seca (Uma homenagem ao campista bicampeão mundial, Didi), como parte da programação – e um dos pontos altos – da Semana da Imprensa da Associação de Imprensa Campista.
Depois de duas partidas, uma vitória para cada lado, a resenha no bar, a melhor parte da festa. Risos, gargalhadas com as histórias do folclórico Check, jogador de futebol amador, de 58 anos de idade, que contabiliza mais de 3 mil gols na carreira.
Só nesta pelada de sexta à noite foram nove. E olha que ele ainda perdeu um pênalti, fora outros gols feitos. Mas se Check não é um craque, é incontestável que ele é goleador. Sabe se posicionar bem e está sempre no lugar certo na hora certa.
Como não podia ser diferente, o último gol, o da vitória do time de preto, que encerrou a pelada foi dele, em passe deste que vos escreve. Check saiu satisfeito. E pronto para mais uma.
Eu, que estou muito tempo sem jogar, já tomei um relaxante muscular, que é prá quando depois de 48 horas a dor aparecer, eu não sentir tanto.
Entre bolas cheias e bolas murchas, salvaram-se todos!
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Cinema nacional no encerramento da Semana da Imprensa
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| Os narradores esportivos de rádio Paulo Renato Porto e Arnaldo Garcia |
Com o tema Esporte, em função da Copa do Mundo, a AIC encerra neste sábado (31), a partir das 16h, a 24ª Semana da Imprensa, com o projeto Cine Jornalismo. O filme da vez é "O Pai do Gol" (Brasil, 2012), um curta sobre o narrador esportivo José Silvério. A entrada é franca. Após a projeção, haverá uma mesa-redonda (e não um bate-papo, como nas outras edições) com os jornalistas, Paulo Renato Porto e Arnaldo Garcia, mediada por Álvaro Marcos e Wesley Machado. A partir do documentário, eles vão discutir sobre a narração de jogos de futebol.
A Semana da Imprensa, aberta no último dia 23, foi especial por ter, pela primeira vez, parte da sua programação dentro da Bienal do Livro, com três mesas com cronistas esportivos da mídia nacional. “Os debates foram acalorados e aconteceu algo que sempre desejamos: a participação também de interessados que não são jornalistas. Sempre defendemos que este é um assunto para todos, e não apenas para profissionais, e foi muito bacana ver, por exemplo, tanta gente atenta e participativa na plateia, mesmo sem ser da área de comunicação”, observou o presidente da AIC, Vitor Menezes.
FDP – Outra novidade foi o lançamento do Festival Doces Palavras, proposto pela AIC em parceria com a Academia Campista de Letras (ACL). “Foram dias muito especiais para a AIC, que marcaram a passagem dos 85 anos da entidade, que se completam agora em junho. E esperamos que os jornalistas da cidade continuem a contribuir para que sua tradicional associação desenvolva ainda mais projetos em defesa da memória, da cultura e do jornalismo locais", disse Vitor.
A Semana da Imprensa também contou com programação no Curso de Jornalismo do Uniflu, onde os estudantes tiveram a chance de participar de discussões instigantes sobre o jornalismo esportivo, com destaque para o depoimento do radialista José Nunes da Fonseca no projeto “Memória AIC”.
Dia da Imprensa – O evento é realizado sempre próximo do dia 1º de Junho quando é comemorado o Dia da Imprensa. Foi nesta data, em 1808, que começou a circular o primeiro jornal no Brasil, o Correio Braziliense, editado por Hipólito José da Costa, a partir de Londres. No entanto, o periódico só foi reconhecido oficialmente como pioneiro na história da imprensa brasileira a partir de 1999. Antes disso, o Dia da Imprensa era comemorado em 10 de setembro (data em que começou a circular, também em 1808, a Gazeta do Rio de Janeiro, que foi o primeiro jornal publicado no Brasil).
quinta-feira, 29 de maio de 2014
AIC lamenta morte de radialista da Absoluta
A Associação de Imprensa Campista lamenta a morte do radialista José Augusto Souza Barreto, informada por portais de notícias na tarde de hoje. O comunicador foi vítima de um infarto, aos 63 anos. Barreto trabalhava há sete anos na Rádio Absoluta. A AIC manifesta suas condolências aos amigos e familiares do profissional.
Mais informações no site Ururau e no Terceira Via.
Mais informações no site Ururau e no Terceira Via.
terça-feira, 27 de maio de 2014
José Nunes da Fonseca no Projeto Memória AIC
Fotos: Wesley Machado
| A conversa foi mediada pelo jornalista Álvaro Marcos |
| A gravação irá para o acervo da AIC |
| O evento fez parte da programação da 24ª Semana da Imprensa |
O jornalista e radialista falou sobre futebol, mundial, brasileiro e campista, mas não só sobre “a coisa mais importante das menos importantes”. José Nunes revelou que foi um dos primeiros no país a noticiar a morte do ex-presidente norte-americano John F. Kennedy em 1963.
O bate papo se tornou uma palestra, devido à autoridade com que falava José Nunes, fazendo com que todos ficassem atentos às suas palavras. No ápice do encontro, José Nunes, que era conhecido como “O Catedrático” falou que o Brasil tinha de acabar, no que foi muito aplaudido pela plateia, composta, em sua maioria por estudantes do curso de jornalismo do Uniflu.
O professor Orávio de Campos Soares afirmou que José Nunes entende tanto de futebol, inclusive de tática, que quando ele, José Nunes, era comentarista, os técnicos ficavam ouvindo-o no intervalo para que pudessem fazer as devidas alterações na equipe apontadas pelo Catedrático.
José Nunes da Fonseca foi funcionário fundador das rádios Afonsiana e Jornal Fluminense. Trabalhou por 43 anos na Campos Difusora. Também atuou na imprensa escrita no início de carreira, na Folha do Povo e no Monitor Campista. Ele aposentou-se em 2002.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Política e religião no bate-papo deste domingo
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| Fotos: Wellington Cordeiro |
O jornalista e doutor em Sociologia Política, Gustavo Smiderle, encerrou na noite de ontem (25) o projeto "Bate-papo, café e cachaça", no stand da AIC na Bienal do Livro. Na ocasião, ele conversou com os coleguinhas sobre os seus trabalhos de pesquisa e autografou seu último livro, "Modernização à brasileira: o tempero pentecostal da política nacional". A noite contou, mais uma vez, com a participação especial do músico Gualter Torres (Forró Didoido) e do artista plástico Maycon Elioberto, que expôs três quadros.
domingo, 25 de maio de 2014
Semana da Imprensa na Bienal termina com grande sucesso
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| Debate sobre o mito da imparcialidade no jornalismo esportivo pegou fogo(Foto: Antônio Leudo) |
"Existe imparcialidade no jornalismo esportivo? E a “Flapress”? Existe?". Com este questionamento, a Associação de Imprensa Campista promoveu a terceira mesa da Semana da Imprensa na Bienal do Livro. O tema foi abordado pelos cronistas esportivos, Carlos Eduardo Novaes, Paulo César Guimarães e César Oliveira, sob mediação do jornalista Wesley Machado, neste domingo (25).
Novaes, que é botafoguense, assim como os outros três debatedores, disse que quando escreveu o livro “Mengo, uma Odisseia no Oriente”, sobre o título mundial do Flamengo em 1981; os botafoguenses encheram a seção de cartas do Jornal do Brasil, o JB, onde ele trabalhava, de críticas ao fato dele como botafoguense ter escrito um livro sobre o Flamengo.
Novaes iniciou no jornalismo na editoria de esportes do JB. Ele contou que logo nos primeiros dias como repórter foi escalado para cobrir o Botafogo, seu clube do coração, numa excursão à América Latina. No México, chegou a atuar na equipe reserva do Botafogo como lateral, tendo a incumbência de marcar Paulo César Caju. Acabou colocando a mão na bola dentro da área e cometendo um pênalti, que resultou na vitória do time titular por 1 a 0.
Dados curiosos como a origem de alguns esportes também foram citadas por Novaes, que escreveu recentemente “A Invenção dos Esportes – Crônicas Olímpicas”, pela Editora Moderna.
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