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domingo, 9 de junho de 2013

Dica de leitura sobre Comunicação e Marketing

No site da Tracto, empresa do ramo de content marketing, você vai encontrar artigos interessantes sobre Comunicação e Marketing, além de poder baixar gratuitamente vários e-Books. Vale também uma visita à página Redação e Estilo, que apresenta uma série de dúvidas sobre a Língua Portuguesa. A empresa também oferece oficinas presenciais e on line.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

AIC cria Núcleo de Produção de Audiovisual

Também neste sábado, só que às 15h, acontecerá o primeiro encontro do Núcleo de Produção de Audiovisual, que vai se repetir sempre todo último sábado do mês nesse horário. O encontro é aberto a todos os interessados em produzir documentários e outras formas de audiovisual na região.

– A ideia é que a AIC contribua de duas formas: sendo o local e o agente agregador dos interessados nesta produção e, eventualmente, mediante aprovação da diretoria, como pessoa jurídica para apresentar projetos para disputar editais de cultura e de obtenção de aprovação pela Lei Rouanet. Como o Cine Jornalismo já costuma reunir pessoas interessadas em cinema, juntamos uma coisa com a outra – explica o vice-presidente da AIC, Vitor Menezes.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Pesquisa mostra que Jornalistas tendem a ficar cada vez mais doentes

É triste, mas é a pura realidade essa excelente reportagem da colega Elaine Tavares, no site do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro.

Sobrecarga de trabalho deixa jornalista cada vez mais doente
O psicólogo Roberto Heloani, professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, levantou um perfil devastador sobre como vivem os jornalistas e por que adoecem. O trabalho ouviu dezenas de profissionais dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a partir do método de pesquisa quantitativo e qualitativo, envolvendo profissionais de rádio, TV, impresso e assessorias de imprensa.

Um dado interessante da pesquisa é que a maioria do pessoal que trabalha no jornalismo é formada por mulheres e, entre elas, a maioria é solteira, pelo simples fato de que é muito difícil encontrar um parceiro que consiga compreender o ritmo e os horários da profissão. Nesse caso, a solidão e a frustração acerca de uma relação amorosa bem sucedida também viram foco de doença.

Heloani percebeu que as empresas de comunicação atualmente tendem a contratar pessoas mais jovens, provocando uma guerra entre gerações dentro das empresas. Como os mais velhos não tem mais saúde para acompanhar o ritmo frenético imposto pelo capital, os patrões apostam nos jovens, que ainda tem saúde e são completamente despolitizados. Porque estão começando e querem mostrar trabalho, eles aceitam tudo e, de quebra, não gostam de política ou sindicato, o que provoca o enfraquecimento da entidade de luta dos trabalhadores. “Os patrões adoram, porque eles não dão trabalho”.

Experiência comprometida

Outro elemento importante desta “jovialização” da profissão é o desaparecimento gradual do jornalismo investigativo. Como os jornalistas são muito jovens, eles não têm toda uma bagagem de conhecimento e experiência para adentrar por estas veredas. Isso aparece também no fato de que a procura por universidades tradicionais caiu muito. USP, Metodista ou Cásper Líbero (no caso de São Paulo) perdem feio para as “uni”, que são as dezenas de faculdades privadas que assomam pelo país afora.

“É uma formação muitas vezes sem qualidade, o que aumenta a falta de senso crítico do jornalista e o torna mais propenso a ser manipulado”. Assim, os jovens vão chegando, criando aversão pelos “velhos”, fazendo mil e uma funções e afundando a profissão.Um exemplo disso é o aumento da multifunção entre os jornalistas mais novos. Eles acabam naturalizando a idéia de que podem fazer tudo, filmar, dirigir, iluminar, escrever, editar, blogar etc.

Danos físicos e mentais

A jornada de trabalho, que pela lei seria de 5 horas, nos dois estados pesquisados não é menos que 12 horas. Há um excesso vertiginoso. Para os mais velhos, além da cobrança diária por “atualização e flexibilidade” há sempre o estresse gerado pelo medo de perder o emprego. Conforme a pesquisa, os jornalistas estão sempre envolvidos com uma espécie de “plano B”, o que pode causar muitos danos a saúde física e mental. Não é sem razão que a maioria dos entrevistados não ultrapasse a barreira dos 20 anos na profissão. “Eles fatalmente adoecem, não agüentam”.

O assédio moral que toda essa situação causa não é pouca coisa. Colocados diante da agilidade dos novos tempos, da necessidade da multifunção, de fazer milhares de cursos, de realizar tantas funções, as pessoas reprimem emoções demais, que acabam explodindo no corpo. “Se há uma profissão que abraçou mesmo essa idéia de multifunção foi o jornalismo. E aí, o colega vira adversário. A redação vive uma espécie de terrorismo às avessas”.

Dependência química

Conforme Heloani, esta estratégia patronal de exigir que todos saibam um pouco de tudo nada mais é do que a proposta bem clara de que todos são absolutamente substituíveis. A partir daí o profissional vive um medo constante, se qualquer um pode fazer o que ele faz, ele pode ser demitido a qualquer momento. “Por isso os problemas de ordem cardiovascular são muito frequentes. Hoje, Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs) e o fenômeno da morte súbita começam a aparecer de forma assustadora, além da sistemática dependência química”.

O trabalho realizado por Roberto Heloani verificou que nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro mais de 90% dos jornalistas já não têm carteira assinada ou contrato. Isso é outra fonte de estresse. Não bastasse a insegurança laboral, o trabalhador ainda é deixado sozinho em situações de risco nas investigações e até na questão judicial. Premidos por toda essa gama de dificuldades os jornalistas não têm tempo para a família, não conseguem ler, não se dedicam ao lazer, não fazem atividades físicas, não ficam com os filhos. Com este cenário, a doença é conseqüência natural.

Síndrome do pânico

O jornalista ganha muito mal, vive submetido a um ambiente competitivo ao extremo, diante de uma cotidiana falta de estrutura e ainda precisa se equilibrar na corda bamba das relações de poder dos veículos. No mais das vezes estes trabalhadores não têm vida pessoal e toda a sua interação social só se realiza no trabalho.

Segundo Heloani, 80% dos profissionais pesquisados têm estresse e 24,4% estão na fase da exaustão, o que significa que de cada quatro jornalistas, um está prestes a ter de ser internado num hospital por conta da carga emocional e física causada pelo trabalho. Doenças como síndrome do pânico, angústia, depressão são recorrentes e há os que até pensam em suicídio para fugir desta tortura, situação mais comum entre os homens.

O resultado deste quadro aterrador, ao ser apresentado aos jornalistas, levou a uma conclusão óbvia. As saídas que os jornalistas encontram para enfrentar seus terrores já não podem mais ser individuais. Elas não dão conta, são insuficientes. Para Heloani, mesmo entre os jovens, que se acham indestrutíveis, já se pode notar uma mudança de comportamento na medida em que também vão adoecendo por conta das pressões. “As saídas coletivas são as únicas que podem ter alguma eficácia”, diz Roberto.

Pressão e sobrecarga

Apesar de a amostragem da pesquisa envolver apenas dois estados brasileiros, o relato imediatamente foi assumido pelos delegados ao Congresso de Santa Catarina – que aconteceu de 23 a 25 de julho – evidenciando assim que esta é uma situação que se expressa em todo o país.

Quanto à solução das saídas coletivas, o presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, Rubens Lunge, não tem dúvidas. “É só amparado pelo sindicato, em ações coletivas, que os jornalistas encontrarão forças para mudar esse quadro”. Rubens conta da emoção vivida por uma jornalista na cidade de Sombrio, no interior do estado, quando, depois de várias denúncias sobre sobrecarga de trabalho, ele apareceu para verificar. “Ela chorava e dizia, `não acredito que o sindicato veio´. Pois o sindicato foi e sempre irá, porque só juntos podemos mudar tudo isso”.

Rubens anda lembra dos famosos pescoções, praticados por jornais de Santa Catarina, que levam os trabalhadores a se internarem nas empresas por quase dois dias, sem poder ver os filhos, submetidos à pressão, sem dormir. “Isso sem contar as fraudes, como a do Diário do Oeste, em Concórdia, que não tem qualquer empregado. Todos foram transformados em sócios cotistas. Assim, ou se matam de trabalhar, ou não recebem um tostão”.

Realidade nacional

Segundo Heloani, a mídia é um setor que transforma o imaginário popular, cria mitos e consolida inverdades. Uma delas diz respeito à própria visão do que seja o jornalista. Quem vê a televisão, por exemplo, pode criar a imagem deformada de que a vida do jornalista é de puro glamour.

A pesquisa de Roberto tira o véu que encobre essa realidade e revela um drama digno de Shakespeare. Nela, fica claro que assim como a mais absoluta maioria é completamente apaixonada pelo que faz, ao mesmo tempo está em sofrimento pelo que faz, o que na prática quer dizer que, amando o jornalismo eles não se sentem fazendo esse jornalismo que amam, sendo obrigados a realizarem outra coisa, a qual odeiam. Daí a doença!

A pesquisa de Roberto Heloani é um retrato vivo, chaga aberta, de uma realidade nacional. Os jornalistas espelhados aqui têm uma única opção: lutar de forma conjunta, unificados e dentro dos sindicatos. As derrotas vividas com a decisão do STF fragilizam e consomem ainda mais os profissionais, mas a história humana está aí para mostrar que só a luta muda as coisas. Saídas individuais podem servir a um ou outro, mas quando uma categoria luta junto, ela vence! Assim é!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Redes Sociais nos negócios

As redes sociais (facebook, Orkut, Twitter) têm sido muito usadas por empresas que querem estreitar a comunicação com seus diferentes públicos (e com resultados excelentes). Aos coleguinhas interessados em atuar nesse campo promissor, vale a pena ler o artigo publicado no Portal Adnews, que elaborou uma lista com 30 dicas para os empresários apreenderem a utilizar corretamente as redes sociais em seu benefício. Veja aqui:

Prêmio Sebrae de Jornalismo: inscrições até 5 de março.

Da Agência Sebrae de Notícias

A segunda edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo está com inscrições abertas até o dia 5 de março de 2010 e distribuirá R$ 93,5 mil em prêmios para jornalistas.
Para participar, o interessado deverá ter publicado matéria entre janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2009.

A reportagem deve ter como foco principal o desenvolvimento das micro e pequenas empresas. Os vencedores serão premiados em maio de 2010. Haverá menção honrosa para as categorias de fotojornalismo e repórter cinematográfico e cada um dos ganhadores receberá R$ 3 mil. Todos os inscritos irão ganhar uma assinatura da Revista Imprensa pelo período de 6 meses.

A comissão julgadora será formada por profissionais e por entidades ligadas ao jornalismo devidamente reconhecidas. Os trabalhos deverão ser encaminhados, via correio ou pessoalmente, para a sede da Revista Imprensa, Rua Rego Freitas, 454, 6º andar, conjunto 61, centro de São Paulo (SP). É necessário que o participante entregue um original e uma cópia digitalizada do trabalho em CD, acompanhados da ficha de inscrição preenchida e assinada pelo autor ou pelo representante da equipe, quando for o caso.

Mais informações e ficha de inscrição estão no site da Revista Imprensa.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Comunicação Empresarial

Para os interessados no assunto, vale a pena acessar o site Comunicação Empresarial, do professor Wilson da Costa Bueno. No endereço, há vários artigos que ajudam o comunicador a desvendar o universo organizacional. No texto, "As redes sociais e a imagem das organizações", por exemplo, o autor diz que "a imagem e a reputação das organizações constituem-se em ativos intangíveis de grande valor e precisam ser constantemente monitoradas. Isso significa que elas não podem ser deixadas "ao deus dará" porque as redes costumam ser muito sensíveis notadamente em momentos de crise. Imagem e reputação devem seguir o exemplo dos botecos bem sucedidos: estar o tempo todo sob o olhar do dono".

A pergunta é: Como fazer isso, se as redes sociais (Orkut, Facebook, Twitter, Blog) costumam ser muito dinâmicas, arredias a qualquer tentativa de análise?
Leia o artigo na íntegra, aqui:

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Prêmio Esso de Jornalismo - inscrições até sábado

Terminam neste sábado, dia 15, as inscrições para a 54ª edição do Prêmio Esso de Jornalismo. Podem participar, jornalistas de todo o Brasil com trabalhos publicados na Imprensa ou veiculados nas emissoras de televisão brasileiras, no período entre 1º de setembro de 2008 e 15 de agosto deste ano. Ao todo, estarão em disputa 11 categorias de mídia impressa, além do Prêmio Esso de Telejornalismo e do Prêmio Principal que recebe o nome do programa. Um total de R$ 109 mil, já descontado o imposto de renda, está destinado à premiação dos vencedores. Mais informações, aqui: www.premioesso.com.br

Debate com os candidatos a prefeito de Campos dos Goytacazes

  Com o apoio da Associação de Imprensa Campista, acontece hoje um debate promovido pelo Jornal Terceira Via, com os candidatos a prefeito d...